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A Casa Branca considera recorrer à Lei de Produção de Defesa para expandir a capacidade de refino, enfrentando os preços dos combustíveis e a pressão das eleições intercalares.

A Casa Branca considera recorrer à Lei de Produção de Defesa para expandir a capacidade de refino, enfrentando os preços dos combustíveis e a pressão das eleições intercalares.

智通财经智通财经2026/09/13 23:36
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(1) Duas pessoas com conhecimento do assunto afirmam que, à medida que o conflito com o Irão expõe a vulnerabilidade dos Estados Unidos perante interrupções no fornecimento global de petróleo e aumentos acentuados de preços, a Casa Branca está a ponderar como utilizar a Lei de Produção de Defesa para expandir a capacidade de refinação de petróleo americana. Esta medida destaca a crescente pressão enfrentada pelo governo Trump, à medida que se aproximam as eleições intercalares de novembro, para demonstrar que pode conter o impacto do aumento dos preços dos combustíveis sobre consumidores e empresas.

(2) Recentemente, Trump discutiu a proposta de recorrer a esta lei durante uma reunião com cerca de dez refinadoras americanas, onde funcionários da Casa Branca procuraram determinar a melhor forma de usar o apoio federal para aumentar a capacidade de refinação; não foi tomada uma decisão final na reunião, mas é expectável que as discussões prossigam. Executivos das refinadoras disseram aos funcionários que, em vez de financiar a construção de novas refinarias, seria preferível aplicar os fundos federais no aumento da eficiência das existentes ou na ampliação das instalações atuais, dado que construir uma refinaria nova tem custos muito mais elevados e pode demorar anos a ser concluída.

(3) A Lei de Produção de Defesa é vista como um último recurso e nunca foi utilizada antes para aumentar a capacidade de refinação. A lei confere ao presidente amplos poderes para alocar recursos industriais e oferecer incentivos financeiros às empresas para expandirem a produção de materiais considerados fundamentais para a defesa nacional. As discussões mais recentes baseiam-se numa determinação presidencial emitida por Trump em abril, que autorizou o uso desta lei para apoiar e expandir a produção, refinação e capacidade logística de petróleo dos Estados Unidos.

(4) O porta-voz da Casa Branca, Rogers, afirmou que a capacidade de refinação dos Estados Unidos é essencial para garantir o acesso contínuo a energia segura, a preços acessíveis e de fornecimento fiável, sendo a expansão desta capacidade uma prioridade máxima para o presidente e a sua equipa energética, que estão a avaliar propostas concretas para aumentar a capacidade de refinação através da reforma regulatória, aceleração de licenças e aumento de investimento. Os dados mais recentes mostram que as refinadoras americanas estão a operar com uma taxa de utilização de 98%, próxima do pleno funcionamento, o que realça o desafio enfrentado pelo governo: a produção está perto do limite, mas a oferta global restrita e a forte procura continuam a manter elevados os preços dos combustíveis. A Casa Branca também está a promover o aumento do acesso a canais estrangeiros de abastecimento de petróleo e declarou que a Venezuela deverá, eventualmente, acrescentar vários milhões de barris de produção de petróleo, que serão processados pelas refinadoras americanas.

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