O Canadá aplica medidas precisas de retaliação comercial contra os Estados Unidos e revela suas cartas principais para a retaliação comercial contra os Estados Unidos.
智通财经2026/09/08 09:36À meia-noite de hoje (dia 8) no horário da costa leste do Canadá, ou seja, ao meio-dia de hoje (dia 8) no horário de Pequim, entraram oficialmente em vigor as medidas do governo canadense para impor tarifas de retaliação sobre produtos dos Estados Unidos. O lado canadense declarou que o valor total dos produtos americanos afetados por estas tarifas de retaliação é equivalente ao valor dos produtos sobre os quais os Estados Unidos impuseram tarifas de 50% ao Canadá, alcançando assim uma retaliação “equivalente e recíproca”. Segundo a análise de especialistas, o Canadá “está demonstrando sua capacidade de enfrentar os Estados Unidos em negociações comerciais”. A estratégia do Canadá é aumentar a pressão interna nos Estados Unidos, forçando finalmente o governo americano a retornar às negociações, mas é improvável que o protecionismo comercial dos Estados Unidos sofra mudanças significativas. Wan Zhe, professora da Beijing Normal University e especialista em economia, afirmou que, no momento, a escala das tarifas de retaliação impostas pelo Canadá está totalmente alinhada com a dos Estados Unidos, abrangendo aço e alumínio, laticínios, produtos agrícolas, eletrodomésticos, eletrônicos, bens de consumo e outros. A estratégia central é direcionar com precisão o custo das tarifas para áreas politicamente sensíveis dos Estados Unidos, tentando, por meio da pressão das eleições legislativas intermediárias, forçar a concessão do lado americano. Outro trunfo é o das reservas de recursos, que é também a principal carta de peso do Canadá, incluindo petróleo bruto, gás natural, potássio, entre outros. Além disso, o Canadá conta ainda com a integração das cadeias produtivas – indústrias como a manufatura dos EUA e Canadá, especialmente a automobilística, têm alto grau de integração, com colaboração muito estreita na produção transfronteiriça, de modo que a imposição de tarifas pelo Canadá acaba, na essência, impactando também os custos das fabricantes americanas e o emprego em estados importantes do setor automobilístico, entre outros impactos. (CCTV)
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